sábado, 27 de agosto de 2011

Desculpas...

Gente eu não estou postando dia após dia, como antes, por que está faltando alguns capítulos, e estou esperando Lucas me dá algumas folhas, para u passa para a pasto do PC e postar para vcs, mas enquanto isso eu vou demorar alguns apítulosok?
Deculpa!

Capítulo 8: Tragédia por perto! (Parte II)

-Vocês não vão acreditar no que eu encontrei - Ele então retira do bolso de sua bermuda, duas coisas impressionantes: Um topázio brilhante triangular e um rádio comunicador. Todos correram até ele bem felizes. Todos começaram a falar sem controle até que Lucas olhou para Trelle que também estava calada e fez um sinal positivo com a cabeça tapando seu ouvidos:
-Silêncio!-Ela deu um grito agudo que amenizou a conversa. Lucas aproveitou para falar:
-Agora diga como você conseguiu isso.
-Eu tava andando pela floresta. Quando eu vi um pequeno riacho, e quando vi por dentro de tal, um lindo topázio estava ao chão. Peguei rápido. Mas quando eu olhei para frente, eu vi marcas de arranhões nas árvores e pedaços de roupas manchadas de sangue e em cima das roupas esse rádio. Corri o mais rápido.
Lucas ficou um tempo a pensar, quando Caio chegou a uma conclusão:
-Acho que aquelas roupas e sangue deviam ser de alguém que estava na ilha, procurando algo.
-Sim – Lucas concordou – Mas, se ele provavelmente morreu? Por que nem nós e nem outros que andaram por aqui morreram?
-Deve ser por isto – Disse Thaynara apontando à pedra – Se ele encontrou a pedra perto do sangue, a pessoa que estava com a pedra deve ter sido atacada por alguma coisa. Ou até morrido.
-Pois então, corremos perigo – Disse Trielle – George disse que havia um local no mapa que nós não devíamos ir. Deve ser este que estamos agora.
-Isso. Então, eu concluo que se esta pessoa que foi atacada devia estar desvendando o mistério também. Isso está escrito no livro, inclusive em uma parte que dizia que o futuro na ilha está nos olhos das aves sobre as ilhas...
-O que isso quer dizer? – Stefany perguntou.
-Pensem, o que é a visão das aves? – Perguntou Lucas, também sem entender.
-É a visão de lá de cima – Respondeu Caio – Então é isso mesmo, o futuro da ilha está na visão de cima, ou melhor, um mapa...
-Mas não um mapa da ilha, um mapa do arquipélago – Lucas completou – A gente não tem esse mapa. Voltando ao assunto do sangue. Com certeza, a tal pessoa devia estar descobrindo isso. E, quando entrou no local proibido, acabou sendo atacada. Ou seja, nós, podemos morrer aqui também – Todos ficaram em silêncio. Essas palavras só aumentaram o temor dos garotos. Agora corriam perigo. Lucas então retomou a palavra – É melhor a gente esperar a chuva passar para ver se conseguimos falar com alguém, certo?
Todos concordaram. Se puseram a deitar e esperar a chuva passar. Tudo parecia monótono. Nenhuma diversão. Só tédio, principalmente para adolescentes como eles. O que fariam? A única alternativa era conversar. Sim, um jogo de conhecimento. Iriam falar um pouco de si. Por sorteio, o primeiro foi Caio.
-Meu nome é Caio Antibes, moro em Santana do Ipanema desde pequeno. Meus pais são separados e por isso, às vezes fico meio triste. Gosto de rock e heavy metal.
-Percebe-se – Ironizou Lucas – Olha, já entra em contato com Henrique que gosta de metal e tem pais separados também. Agora você passa a vez.
-Trielle.
-Ok, meu nome é Trielle Trícia tenho 15-Amanhã dia 28/08/2011 faço 16 anos- anos e moro em Paulo Afonso. Sou órfã de pai e mãe, mas moro com minha vó. Fico triste as quando estou com o quinteto, me esqueço. Gosto de...
-Claudia Leitte – Interrompeu Jeroan antes de levar um cascudo na cabeça, de Trícia.
-Você gosta de Claudia Leitte, eu nem imaginava – Disse Sthefany.
-Viu, acho que todos nós temos algo em comum. Passa a vez Trielle.
-Jeroan.
-Ok. Sou um garoto que gosta de festas e danças. Minha banda preferida é Black Eyed Peas. Curto fazer desenhos e artes.
-Massa. Eu também sou uma desenhista – Gabou-se Thaynara.
-Agora é sua vez, Lucas!
-Eu?
-Tem outro aqui?
-Calma, não precisa me engolir. Calam! Meu nome é Lucas Eugênio. Sou um garoto que estudo muito. Meu hobbie é a música, e eu toco violão. Sou um garoto muito chato que chega a dar raiva. E acho amizade algo muito importante – Parou um pouco e tentou disfarçar o rosto. Jeroan, Trielle e Sandullu sabiam o motivo. Mas resolveram não falar. Jeroan logo descontraiu:
-Lucas, a chuva já passou.
-Ótimo, vamos testar o comunicador - Lucas tentou pela primeira vez, mas não obteve resultado. Tentou mais vezes até que alguém atendeu – Alguém aí?
-Lucas?! Não acredito!
-Ivo! Que bom falar com você.
-É o que eu diga. Não acredito que vocês estão bem!
-Escuta Ivo, nós não temos muito tempo, precisamos da sua ajuda...
-Claro! O que é?
-Onde você está?
-No chalé perto do litoral.
-Então deve ter um mapa por perto.
-Sim, tenho o mapa da ilha, mas...
-Não, eu quero saber do mapa do arquipélago...
Um segundo de silêncio enquanto Ivo passava algumas folhas
-Ah, temos aqui também.
-Certo agora, observe se tem algo estranho.
Ivo não entendeu a pergunta. Pensou em observar a ilha, mas não era este o problema. Foi quando aquele pensamento lhe acometeu novamente. Pensou novamente em ser um inútil que não podia ajudá-los.
-Você consegue, Ivo – Trielle disse através do comunicador.
Até que finalmente algo apareceu. O garoto procurou um caneta próxima, e rabiscou o mapa. Tudo estava óbvio agora.
-Lucas? Sabe o que há?
-Diz logo.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Capítulo 8: Tragédia por perto! (Parte I)

A procura foi bem cansativa para estes três que logo terminaram. Caio ainda olhava em outra sala enquanto Trielle e Jeroan sentaram ao pé da janela para descansar. Jeroan percebeu certo olhar de decepção na face de sua amiga. Já imaginava qual seria o problema, mas perguntou:
-O que foi Trícia?
-Não nada...
-Que é isso! Pensa que não vi? Você e Caio andam se olhando-Cortou imediatamente assustando Trielle no momento, mas, que depois, resolveu assumir:
-Sim, é com ele... Eu gosto dele, mas não sei como falar isso para ele...
-Trielle... Deixa rolar. Sei que ele gosta de você pela maneira que ambos se olham. Espere e você vai conseguir o que quer!-Jeroan percebeu que Caio se aproximava do local, e inventou uma desculpa esfarrapada para Trielle e saiu rapidamente do templo pensando-É agora!
Caio se aproximava da sala onde Trielle estava. Ele estava exausto de tanto explorar o local. Viu Trielle sentada perto da Janela com um olhar fixo para um alvo qualquer e, meio corado, falou com ela:
-Trielle, s-será que posso s-sentar aí?
-Claro. Pode-Disse ela sem inclinar um centímetro do rosto. Caio percebeu também certa melancolia na voz de Trícia. Perguntou a ela qual era o incômodo:
-Trielle, você está triste? Aconteceu alguma coisa?
-Não, é que... Bem... estou preocupada.
-Com o quê.
-Nós estamos perdidos. Tenho medo de não conseguir mais voltar para casa. Tudo pode acontecer nessa ilha. Eu não consigo ter esperança em voltar-Disse ela quase chorando. Caio então pegou as suas mãos e disse em uma voz calma e animadora:
-Não se preocupe. Com persistência, tudo vai ficar bem!
-Obrigada-Trielle agradeceu bem corada pelo contato que teve com Caio. Será mesmo estar apaixonada por aquele garoto? Quem sabe? Pelo menos, o que não podia ser evitado, aconteceu. Os olhares dos dois desejavam mais do que um simples contato visual. Então, Caio, tomando iniciativa, aproximou seu rosto ao da garota. Ela não repeliu, simplesmente ficou estática perante aquele ato de carinho. O beijo era quente e saboroso para ambos e durou ainda muito tempo. Pouco longe dali, Lucas encontrou Jeroan espiando por um arbusto e perguntou:
-O que está espiando aí?
-Veja você mesmo!-Disse Jeroan em um sorriso imenso. Lucas se atreveu a olhar, e avistou o beijo apaixonante. Na sua mente não havia palavras, só imagens descontroladas e em sua face, simplesmente um sorriso otimista apareceu balbuciando algo como: Parabéns Trícia.
Não encontraram nada. A procura foi inútil, mas isso não fazia diferença. Isso entristeceu um pouco os garotos. Somente alguém não havia voltado ainda. Henrique. Ele ainda estava infiltrado naquela floresta densa. Todos esperaram um tempo dento do templo perdido. Até que viram nuvens escuras e trovões estrondosos no céu. Recolheram-se um pouco afastados da janela em um canto onde não houvesse goteiras. Ainda bem que estavam no templo. Mas, e Henrique? A preocupação subiu às cabeças de todos, até que ouviram um barulho atrás do templo. Os olhos logo se desviaram para o local do som. Então, de repente viram a imagem de alguém por meio de uma sombra. O mistério permaneceu até que ele se mostrou. Era Henrique totalmente encharcado. Um alívio imenso percorreu a todos. Nem perceberam o sorriso imenso, porém cansado do garoto. Sthefany logo percebeu:
-O que foi Henrique?

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Capítulo 7: Porta aberta. (Parte III)

A noite era silenciosa. A aldeia estava deserta. Todos os adolescentes estavam em um pleno sono profundo. Não havia quem os acordasse. Porém, em uma das cabanas, alguém acordou sem nenhum motivo: Jeroan. O garoto estava dormindo tão tranquilamente, que, sem motivo algum, acordou. O sono era grande, mas um ruído o impediu de continuar a dormir. Ouviu passos. Passos na floresta, mais precisamente. Jeroan tinha um talento incomum: Tinha um excelente ouvido. Sabia distinguir sons a alguma distância. Pensou que aquele som fosse sua imaginação, ou obra de seu sono mal-acabado. Deitou-se novamente. Não deu importância à aquele incômodo. Então, mais uma vez, o som se propagou. Desta vez, mais ruidoso. Jeroan não tinha duvidar, havia alguém, ou alguma coisa lá fora. Teve de unir muita coragem para ir lá dar uma olhada. Após alguns minutos, levantou-se de uma vez para olhar o que estava lá fora. Saiu da pequena cabana com passos lentos. Caminhou um pouco até o centro da aldeia abandonada sem escutar um só barulho. Vendo que não havia nada, pensou em voltar. Mas, ao inclinar seu rosto, pôde ver o produtor daquele ruído incomodante. Rastejava pelo chão, uma sucuri imensa, com vários metros de comprimento. Jeroan arregalou os olhos e seu coração acelerou os batimentos. As cobras eram seus maiores medo. A cobra era negra com dois olhos de cor amarelo-brilhante. Se movia lentamente. Jeroan paralisou de medo. Seu coração já estava saltando pela boca. Sabia que precisava não se mover, pois as cobras só veem coisas em movimento. Porém o seu olhar radiante o hipnotizava e o garoto não parava de tremer. Até, que, quando a cobra se moveu novamente e Jeroan não se conteve. Deu um berro o que fez a gigante sucuri saltar sobre ele!
...
-Ahh!-Gritou Jeroan. Porém, percebeu que não era mais madrugada e sim, luz do dia. Seria aquilo um pesadelo? Não saberia. Mas estava ciente de algo, seu corpo estava doído com se tivesse fraturado os ossos. Percebeu que o berro que deu acordou Sthefany, que tinha um sono leve. Rapidamente a garota correu às cabanas dos outros garotos para socorrer Jeroan. Imediatamente, levaram-no para sua cabana e lá, começaram a o interogar:
-O que houve Jeroan?-Perguntou Thaynara.
-Eu só me lembro de ter visto uma sucuri imensa com olhos amarelo brilhante. Depois, vi que ela ia me engolir, gritei e acordei no mesmo lugar onde estava naquela hora. Não sei se foi um sonho.
-Isso está ficando cada vez mais misterioso – Expôs Lucas – Que sonhos são estes que deixam marcas na vida real? O que está por trás disto? Ninguém sabia responder a esta pergunta. Bem, agora não importava. O objetivo no momento era encontrar o circuito de corrida para a competição de ciclismo. Lá encontrariam a ajuda necessária. Então, encheram seus cantis de água do pequeno riacho e a viagem prosseguiu. Henrique foi à frente desta vez, com Lucas atrás olhando para uma bússola. O papo corria solto no grupinho, até que Sthefany se incomodou e alarmou:
-Vocês escutaram isso?
-Eu não ouvi nada-Disse Thaynara.
-Shh! Escutem- A partir do momento em que o silêncio reinou, o ruído se repetiu. Um urro. Após a manifestação, uma discursão começou a se formar para resolver que som era aquele. Mas isso não importava no momento. A conversa continuava, até que o som tornou a repetir, desta vez mais perto o que assustou mais ainda os adolescentes que se puseram a correr para um lugar seguro. A velocidade do medo era incrível. Até que perceberam que estavam a céu limpo. As árvores tinham sumido, além de estarem perto do vulcão. Só que entraram na floresta novamente e mais um engarrafamento aconteceu, desta vez pela parte de Henrique. Todos murmuraram a parada repentina até que olharam e perceberam o motivo da parada. Havia uma construção enorme na frente dos jovens. Todos se levantaram e ficaram lado-a-lado um olhando para outro com uma cara de peixe morto. Então Lucas disse:
-Quem entrar primeiro, dê um passo a frente-O urro foi ouvido novamente.
-Trielle, por favor, dessa vez me diz que foi seu estômago-Disse Jeroan-Corram para dentro!-Sem questionar, todos correram até aquela enorme construção que parecia mais uma ruína. Mas, após o momento de desespero passar, resolveram explorar o local. Para a surpresa de todos, encontraram algo idêntico à construção passada: Um pilar, só que desta vez, o orifício era em um formato triangular. Então, Lucas decidiu que deveriam procurar a pedra nos arredores do “templo”. Ficando todos para procurar na floresta exceto Caio, Trielle e Jeroan que resolveram procurar por dentro do templo.